terça-feira, 28 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
DESCOMPASSO
segunda-feira, 6 de julho de 2009
ESTILLAÇOS
A chuva seca corta a minha janela de espelhos. Seus anti-reflexos fixam no nada que os meus dias produziram. Não sei bem ao certo a questão dessas idéias fixas que caíram por entre os becos que eu passei. Só sei que nelas vão embora pedaços de mim, pedaços afins que eu projetei em sonhos quebrados de felicidade. Penso que a infância é carta fora da minha vida e que a ilusões só são versos que ainda caem, caem como chuvas de vapor.(Camila de Magalhães)
quinta-feira, 2 de julho de 2009
PÔR-DOS-SEUS
terça-feira, 30 de junho de 2009
TODOS OS GESTOS

(Camila de Magalhães)
quinta-feira, 25 de junho de 2009
E(N)STRADA
EXCRE(SCI)MENTOS
Do ontem arrasto correntes do que ainda habita em mim. São fatos pesados que ferem meus braços de tinta vinho preto. Esses mancham as minhas idéias já formadas de crescimento por uma busca de paz e guerra onde encontraria o desejo. No meu nirvana não a um fim de tempos contando em livros, mas um momento onde eu possa viver sem vegetar na minha poesia morta.(Camila de Magalhães)
terça-feira, 5 de maio de 2009
ASFALTO
domingo, 19 de abril de 2009
CÁPSULA

Deste pouco mundo
Que define não te pertence.
És mais quase infinito
De quem vive telepoetia
A que te define.
Não cabes nas linhas
Deste papel luz
Que não te absorve.
É mais todo entrelado
De quem reflete imagem
A que te limita.
Não cabes no sono-ro
Desta música calada
Que não te ritmida.
És mais voz vibração
De quem corda sabor
A que te encanta.
Não cabes no passado
Deste futuro desejo
Que não te (a)presenta.
És viva de agora
Mas lida na pequenez
De crescer mulher.
(Camila de Magalhães)
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
ESTRAVIADA

sábado, 22 de novembro de 2008
Tu-rismo Vertical
Tu pisavas em astros da janela
Em surreal busca do infinito.
Tu andavas cortando os cacos de vidro
Por um final desenhado de amarela.
O reluz que exploravas com ela
Tu congelavas em fatos e mitos.
Enquanto passava o tempo restrito
Em que desejavas o sabor de canela.
Tu pisavas em astros da janela:
No infinito de vidro;
Restrito de mitos;
Em busca da estrada onde sela.
Camila de Magalhães
Foto: Caio Amorim
sábado, 1 de novembro de 2008
NaturMesa
Natureza
[Ver(de)melhada]
Descolore o mundo
[Vivo-Morto]
Ao seu redor.
[(Des)entegrada]
Transformando o tudo
[Preto-Branco]
Em um só.
Altereza
[(Deus)entegrada]
Industrializa o espaço
[Rubro-Preto]
Fusão em nó.
Nadareza
[(Des)figurada]
Vazializa o mundo
[Morto-Vivo]
Vácuo dó.
Camila de Magalhães
Foto: Caio Amorim
Contra(o)tempo

Mundo
Imundo de nós,
Trabalhadores de vida,
Metabolizamos o agora.
Agora
A hora dos sóis,
Fatos de conquistas,
Queimados no tempo.
Tempo
Vento do rosto,
Sentido da pele,
Toque do infinito.
Infinito
Mito de homem,
Aliviador,
Eternidade de vida.
Vida
Corrida passagem de nós,
Trabalhadores abstratos,
Buscamos um lugar ao sol.
Camila de Magalhães
Foto: Caio Amorim





